A insônia é um distúrbio do sono caracterizado por dificuldade em iniciar ou manter o sono ou ainda por acordar muito cedo e não conseguir voltar a dormir.
Pode ser aguda (curta duração, geralmente ligada a estresse ou eventos recentes) ou crônica (≥3 vezes por semana, durante pelo menos 3 meses).
📊 Estatísticas científicas
Prevalência global: estudos indicam que 10 a 30% da população mundial sofre de insônia crônica, enquanto até 50% já teve episódios ocasionais ao longo da vida (American Academy of Sleep Medicine, 2021).
Brasil: pesquisas mostram que aproximadamente 15% dos brasileiros têm insônia crônica, e até 40% relatam algum grau de dificuldade para dormir (ABSONO, 2023).
Idade: a insônia é mais comum em mulheres e em pessoas acima dos 60 anos.
Produtividade: a insônia custa bilhões às economias. Só nos EUA, estima-se um impacto de US$ 63 bilhões anuais em produtividade perdida (Harvard Medical School, 2019).
Comorbidades: cerca de 40% dos pacientes com insônia apresentam também transtornos psiquiátricos, como ansiedade e depressão (National Sleep Foundation, 2022).
⚠️ Principais consequências da insônia
Físicas: maior risco de hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares.
Mentais: ansiedade, depressão, irritabilidade, déficit de memória e atenção.
Performance: queda no desempenho físico e cognitivo, aumento de acidentes domésticos, laborais e de trânsito.